Em setembro eu resolvi fazer um intercâmbio com a AIESEC, fazendo trabalho voluntário em algum lugar. A AIESEC, para quem não conhece, é uma organização de jovens criada após a Segunda Guerra Mundial. Eles ficaram chocados em ver como algo assim poderia acontecer, e se dedicaram a impedir que isso pudesse acontecer novamente. Eles pensam que o melhor modo de garantir a paz entre as nações é pelo entendimento entre culturas e formando líderes, e por isso promovem intercâmbios entre 120 nações. Eles são principalmente de dois tipos: o intercâmbio profissional e o intercâmbio voluntário.

Eu queria ir para o Centro da Europa ou para o Sudeste da Ásia, lugares que sempre me interessaram, mas o preço das passagens me fez concentrar na Europa.

Eu assinei o contrato com a AIESEC da minha cidade, e uma menina de lá ficou como minha ep manager, para me ajudar no processo. Eu cheguei a me inscrever em vários projetos  e fazer algumas entrevistas por Skype. O primeiro a me chamar foi, por felicidade, o que mais me interessou, o Edison Project em Praga.

Quando olhei a descrição da vaga, já sabia algumas coisas importantes, como a carga horária que eu deveria trabalhar (30h), se deveria trabalhar sábado (não), se as escolas ofereciam algo (alojamento e almoço).

Recomendo muito para quem está interessado na AIESEC que leia relatos online, mesmo se o trabalho do qual a pessoa está falando não seja exatamente o que você quer. As pessoas geralmente falam se a AIESEC local era legal, respondia os emails rápido, deu assistência lá. Por exemplo, todo mundo que eu conheci em Praga estava muito satisfeito com a ajuda deles, enquanto em alguns lugares as pessoas reclamam muito da assistência. Mas também lembre que as gestões da Aiesec mudam todo semestre, então relatos mais novos são mais confiáveis.

 

Chegada e preparação:

O Edison Project é um projeto sobre diversidade e tolerância que acontece em dez cidades na República Tcheca. Os estagiários são divididos em grupos, geralmente de oito pessoas e fazem apresentações sobre os seus países (então não pode ter mais de uma pessoa de cada país em um time) em escolas públicas. Sempre no primeiro e no último dia em cada escola um membro da Aiesec vai com o grupo para mostrar como chegar lá e conversar com os professores.

Antes de ir para Praga, eu viajei por duas semanas para Budapeste, Cracóvia e Berlim. Cheguei em Praga, finalmente, e fui recebida pela líder do projeto na estação de trem. Ela me levou para o albergue, onde já estavam pessoas que trabalhavam em outros projetos da AIESEC Praha.

Na primeira semana das seis que passamos em Praga, nós tivemos treinamento no escritório da AIESEC. Nós fomos separados em dois times, elegemos nossos líderes, e tivemos palestras sobre técnicas de apresentação, sobre o projeto, sobre as dificuldades que nós poderíamos enfrentar e o que poderíamos fazer. Em um dia nós todos apresentamos o que tínhamos levado e recebemos feedback uns dos outros. Também ficamos sabendo dados específicos sobre cada uma das escolas em que nós trabalhariamos, como quanto tempo de aula daríamos para cada turma, idade e nível de inglês dos alunos, em que semanas ficaríamos em albergue e em quais ficaríamos em host families. Nas semanas em que ficaríamos em host families, foi pedido que estivéssemos em Praga no domingo às 18h, para que alguém da Aiesec pudesse nos levar para conhecer os pais. Os membros da AIESEC também falaram bastante sobre como a AIESEC não é uma agência de viagens: você tem que levar a sério seu trabalho. Você não recebe salário, mas a escola já pagou sua hospedagem e providenciou almoço. Os alunos geralmente já sabem quem vem e estão esperando por nós.

A Aiesec também levou a gente para comer pratos típicos tchecos e passeamos pela cidade. Fomos ao castelo de Praga, que é o maior castelo medieval da Europa, à praça da cidade velha, ao cemitério judaico e às sinagogas, ao John Lennon Wall, à ponte Carlos, à Casa Dançante e vários outros lugares. Como não tínhamos pressa, íamos aos lugares com calma e ficávamos lá por um bom tempo ao invés de acordar cedo e tentar conhecer a cidade inteira.

Na semana em que ficamos em outra cidade, era meio fora de mão visitar as atrações em Praga, mas nas outras sempre aproveitávamos as tardes para visitar lugares. Nós visitamos o Museu Tcheco da Música, vimos a ópera Don Giovanni, associada com a cidade, visitamos o outro castelo da cidade, Vyšehrad, assistimos concertos na Obecní dům, visitamos o Museu Mucha, a Casa da Madona Negra, a sinagoga Jubileu e outros lugares Art Nouveau e cubistas, visitamos a incrível biblioteca do monastério Strahov, fomos a Teatros de luz negra, visitamos o Museu Kafka, a Igreja da São Cirilo, com sua história de resistência, e passamos muitos dias de sol ouvindo jazz na Praça da Cidade Velha e na Ponte Carlos ou passeando pelo Parque Petrin.

Esse é um vídeo que minha amiga talentosa fez da primeira semana:

As escolas:

Quando chegamos na nossa primeira escola, vimos nossas fotos pregadas na parede com algumas informações sobre nós. Às vezes ouvíamos alunos comentando “olha, aquela é a Júlia, do Brasil”. A escola preparou uma cerimônia de abertura, em que o coral tinha preparado várias músicas para nós, algumas dos nossos países. Nessa escola trabalhamos com crianças entre 11 e 15 anos. A gente dava aulas por dois horários, o primeiro com projetor, em que a gente apresentava algo sobre o Brasil, e o segundo em que deveríamos fazer dinâmicas, jogos ou workshops. Eu geralmente dividia a turma em duas e fazia um jogo sobre a apresentação, em que eles tinham que lembrar algumas das coisas que eu falei, e ensinava trava línguas (depois eles adoravam me ensinar trava línguas tchecos). Na maioria das escolas tivemos esse mesmo esquema de aulas. Trabalhavamos de manhã, almoçavamos na escola e podíamos passear de tarde, como aconteceu mas outras semanas.

No último dia tivemos um Global Village, ficamos no ginásio enquanto os alunos passavam examinando as coisas que tinhamos levado dos nossos países. Eles gostaram muito de paçoquinha. Fiquei com inveja enorme das pessoas que tem outro alfabeto, porque eles escreviam o nome das crianças em japonês, coreano, chinês, árabe e cirílico, enquanto eu e a menina do México tínhamos que dizer que o nosso alfabeto sem graça era o mesmo.

Cerimônia de abertura
Cerimônia de abertura

Nessa semana, tínhamos um feriado, então saímos na sexta e passamos o fim de semana todo em Český Krumlov, uma cidadezinha de contos de fadas em que estava nevando muito e virou um dos nossos lugares preferidos no país.

Na terceira semana ficamos em uma cidade perto de Praga, Jesenice. A escola era melhor que a maioria das escolas particulares que eu já vi no Brasil, com ótima infraestrutura e muita ênfase ao ensino de artes e línguas. Nós ficamos hospedados com famílias de alunos. Uma menina teve um problema, porque foi hospedada em uma família que morava muito longe e estava com o aquecedor estragado, mas conversamos com a Aiesec e no dia seguinte ela foi colocada em uma família diferente.

Nessa semana também, um dos meninos, um egípcio, avisou que ia largar o projeto. Ele falou que estava com problemas na faculdade e ia ter que voltar para o Egito ou teria que atrasar a formatura em um ano. Ele se esqueceu de duas coisas: que as sedes da Aiesec conversam entre si, e que ele tinha falado para a gente adicionar ele no instagram. Então logo descobrimos que ele tinha quatro amigos fazendo o projeto em outras cidades e todos tinham desistido, e vimos foto dos cinco em várias cidades européias nas próximas semanas. Resultado: muita gente ficou falando mal dos egípcios, dizendo como eram irresponsáveis. Pegou muito mal. Ou seja, lembre-se que lá fora você representa seu país.

Quando chegamos à escola, vimos nossas bandeiras penduradas do lado de fora, e o diretor nos recebeu com taças de champagne e presentes, como mel feito na fazenda da escola. Uma professora ficou responsável por nós, e fez tudo para nos ajudar durante a semana.

Nessa escola o projeto funcionou melhor, porque éramos sempre acompanhados por um professor de inglês, que checava se os alunos estavam entendendo e os estimulavam a participar. Nós trabalhamos em duplas. Vimos alunos de 9 a 15 anos, e fomos convidados para assistir algumas aulas na escola, se quiséssemos saber como era o sistema educacional tcheco. No último dia, professores e alunos prepararam uma apresentação de experimentos de química, que acabou com nós sendo colocadas em fogo. Vídeo que prova abaixo.

Almoço na escola
Almoço na escola

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Eu e outras duas meninas fomos com a host family de uma delas para Kutná Hora, uma cidade lá perto famosa pelo ossuário, uma igreja toda decorada com ossos humanos, mas que também era surpreendentemente linda e cheia de igrejas Art Nouveau.

Na quarta semana ficamos no albergue e ensinamos no quinto distrito de Praga. Nessa escola nós tivemos pouquíssimo apoio dos professores, e muita gente do grupo estava se sentindo frustrada e desmotivada. Alguns alunos ficavam o tempo todo conversando, fazendo zona, outros não falavam inglês, e a gente pensava “desculpa se eu atravessei meio mundo para te entediar”.

Foi a semana mais difícil. Toda semana os líderes se encontravam com a líder do projeto da Aiesec, e também saímos com ela para ir ao cinema, a bares, etc, então eles estavam sempre informados e tentando ajudar, mas essa semana a dica acabou sendo “semana que vem melhora”.

IMG_20150210_122743 Trava-línguas
Alunos escrevendo trava-línguas para mim
Sala de aula
Sala de aula
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Eu pedi para eles escreverem os nomes dos brasileiros que eles conheciam. Mengele me impressionou, haha

No fim de semana, novas viagens: no sábado fomos a Karlovy Vary, uma cidade conhecida pelas fontes de água termais, e no domingo fomos ao day-trip mais triste que fizemos, o campo de concentração propaganda em Terezín.

Na quinta semana ficamos novamente em host families e trabalhamos em uma escola muito central, perto do Teatro Nacional. Nessa escola cada um de nós trabalhava com dois estudantes que falavam inglês muito bem e que tinham a tarefa de nos ajudar e traduzir para os alunos menores. Isso nos ajudou muito, porque eles se sentiam responsáveis e mandavam a turma ficar em silêncio ou os estimulavam a participar. A escola era católica, mas as aulas de religião eram voltadas para ensinar religiões do mundo. Uma das minhas assistentes, por exemplo, contou que eles estavam aprendendo nesse mês sobre religiões da China, e era algo muito próximo da filosofia. Nem todos os alunos são cristãos e ninguém é obrigado a ir à missa, que a escola só tem em ocasiões especiais. Muitos alunos ficaram surpresos quando eu disse que no Brasil escolas públicas não podem ser religiosas.

Nós nos sentíamos muito responsáveis porque descobrimos que a maioria dos professores não queria o projeto Edison, não achavam que seria interessante, mas uma professora que já tinha trabalhado em outra escola com o Edison lutou muito por nós. Imagina, ser nova em um lugar, lutar or um projeto, e ele dar errado? Na última semana, quando a líder do projeto nos disse que tinha conversado com o diretor e que a escola estava muito satisfeita com a gente e queria o projeto de novo no ano que vem, nós ficamos com uma sensação de dever cumprido.

Também foi legal que a escola manteve uma página da internet onde os alunos eram estimulados a escrever as impressões de cada país. No último dia, tivemos uma cerimônia de encerramento em que recebemos flores e oplatki, um doce tradicional tcheco. Os alunos que hospedaram alguém, os assistentes e os que escreveram no site todos receberam doces e agradecimentos do diretor por ter ajudado o projeto. Uma professora que assitiu minha aula três vezes me deu vários presentes, e nós ficamos muito emocionados.

Passamos o fim de semana com as nossas famílias tchecas. A gente tinha uma piada interna que a gente desconfiava que host families eram todos canibais querendo engordar a gente, porque eles nos serviam muita comida, querendo ser gentis. Minha irmãzinha tocou violino para mim, e eles fizeram vários doces tchecos. Eles também queriam saber muito sobre o Brasil, e sempre me perguntavam coisas. Na última semana, quando a Aiesec perguntou o que a gente preferia, host families ou albergue, quase todo mundo preferiu os host families.

Cerimônia de encerramento
Cerimônia de encerramento
Cerimônia de abertura
Cerimônia de abertura

Na última escola ficamos novamente no Hostel. Nas turmas de alunos menores, tínhamos professores para traduzir, enquanto nas outras turmas os alunos já entendiam bem. No último dia, pediram para a gente levar comida típica, então eu fiz brigadeiro, que eles adoraram. No último dia, os alunos fizeram cartazes contando da experiência e nos deram de presente. Na sexta, tivemos uma festa de despedida da Aiesec.

A gente recebeu, no tempo em que estivemos lá, muitos presentes dos alunos e professores: chocolate, iogurte, biscoitos, cartazes, origamis, flores, desenhos, coisas que eles mesmos fizeram.

 

Finalmente, o mais difícil foi me despedir das pessoas com quem eu dividi quase todos os momentos de seis semanas, com quem eu viajei quase todo fim de semana pela República Tcheca. Foram muitas idas aos nossos lugares preferidos, para nos despedir, muitos abraços, muito choro, muitas cartas, muitas promessas de nos encontrarmos novamente. Já visitei dois deles, em Montenegro e no Peru. Faltam só 11 outros países em todos os continentes…

Nós em Cesky Budejovice
Nós em Cesky Budejovice

Leia aqui todos os posts sobre a República Tcheca.

Escrito por Julia Boechat

Estudante de história. Já morei em Bologna, fiz trabalho voluntário em Praga e viajo sempre que posso. Sou viciada em livros e filmes e estou tentando ler/ver um de cada país do mundo.

57 comentários

  1. Oi, Julia, tudo bom?
    Queria saber do projeto Backpacker no Egito, você conhece? Sabe se funciona bem? Acha o Egito tranquilo para mulheres viajando sozinhas?

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    1. Oi, Eduarda, tudo bom? Desculpa a demora para responder. Conheço esse programa sim. Ele tem a fama de ser desorganizado, tipo eles decidem as viagens meio em cima da hora, mas que funciona bem. As pessoas geralmente amam, e tem vários vídeos no YouTube se você quiser ver. Não acho o Egito super tranquilo, mas acho que esse é um dos jeitos mais tranquilos de ir, já que você vai estar sempre em grupo.
      Se você quiser, posso entrar em contato com as pessoas que conheço que foram e passar seu contato.

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  2. Oiii. O procurando sobre a Aiesec depois que vi o vídeo da Jout Jout, você já viu? Acho que ela gostou. Gostei do que você escreveu, mas fiquei bem triste lendo os comentários, e alguns outros blogs! Muita gente tem experiência boa, mas muita gente tem experiência ruim…

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    1. Oi, tudo bom? Vi sim, uma amiga me contou que ela tinha ido para o Peru. Cara, não tem jeito, tem gente que tem experiências ótimas e gente que tem experiências ruins, mas o conselho que eu dou é de tentar encontrar um escritório local da Aiesec que tenha boas recomendações e tentar ir para essa cidade. Eu recomendo muito a república Tcheca, meu intercâmbio foi incrível, e aqui mesmo nos comentários tem gente recomendando outros lugares em que a experiência foi muito boa 🤣

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  3. Eu fiz um intercâmbio pela @ e foi incrível. Fui para o Egito. Sempre falo nisso com todo mundo. Depois trabalhei na Aiesec na minha cidade e o que vi foi: um tanto de meninos que só queriam bater meta e fazer festa (Aiesex), e pouquíssima gente preocupada com a qualidade de experiência que o EP teria. Tem um grupo dos Aiesecers no Brasil, e vi muita gente mandando para países como Hungria, Filipinas e Turquia sem a menor noção dos problemas políticos que estão acontecendo por lá. Saí.

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      1. Sim, fiz o Backpacker, como você sabe? Foi absolutamente incrível. Depois me decepcionei com a @ quando descobri que essas experiências são a exceção e não a regra.

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  4. Eu tenho dois amigos que fizeram intercâmbios com a Aiesec… Um foi para a Romênia e sempre fala que foi a melhor experiência da vida, que eu tenho que ir… Outro foi para o Peru, fala que foi péssimo, que ele chegou lá, não tinha a vaga de trabalho e ele não fez nada… Aí não sei, queria ir, mas se fosse para ter uma experiência decente. Sei que não dá para pedir uma experiência perfeita em nenhum tipo de viagem, mas queria ir lá e ter o trabalho, ter o que foi prometido… Não sei se faço isso ou um curso de línguas.

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    1. Oi, Daniela, tudo bom? Entendo, afinal o que você tá pedindo é o básico. As Aiesecs são muito irregulares, tem realmente uns comitês que são fantásticos e uns que não são responsáveis. Por que você não pergunta para esse amigo que foi para a Romênia para que cidade ele foi, procura mais uns feedbacks online, e, se bater, tenta ir para lá? Procure por lugares dos quais as pessoas que foram antes de você gostaram, e tem maior chance de ser um bom comitê. Não leve em conta relatos vagos, em que a pessoa só diz que a experiência foi legal, mas quando falam especificamente se o comitê foi prestativo ou não. Aí, você pode achar um lugar onde vai ter uma boa experiência.

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      1. É uma boa idéia… Vou tentar encontrar mais feedback sobre a Romênia e talvez sobre a República Tcheca, porque gostei do seu relato… Vou ver se vou

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  5. Eu fui para a Tailândia. A experiência foi bem pesada, em área rural, mas o que eu acho legal é que a Aiesec de lá me avisou de tudo isso. Eles me falaram que não era para esperar um bangalô na beira da praia, mas nos piores casos banho de caneca, não ter privada e sim um buraco no chão, não ter colchão, mas uma esteira. Aí eu acho de boa, porque as expectativas são colocadas no lugar certo.

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    1. Concordo, Sarah. Quem vai para um país pobre não deve ter expectativas de conforto, e é muito legal da parte deles explicar exatamente o que pode acontecer. E o mais importante é se o projeto está acontecendo mesmo.

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  6. Fico triste que tantas pessoas tem experiências ruins com a AIESEC. A minha foi muito boa! Eu fui para a Romênia no meio do ano passado.

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  7. Oi, tudo bom?
    Muito legal o seu relato, mas eu queria saber, sinceramente, foi tudo certinho mesmo?
    Eu vejo tanto relato de coisas que deram errado com a aiesec, só queria saber se você não teve nenhum problema lá mesmo.

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    1. Ei, Caio, tudo bom?
      Então, claro que tivemos alguns problemas na viagem, mas não foi nada por causa da AIESEC, e a AIESEC-Praga sempre deu um apoio enorme para a gente.
      Só para você saber, uma menina escorregou na perna e teve uma luxação, uma outra teve a carteira roubada andando no meio de um grupo de oito pessoas, outra ficou em um host que estava com a caldeira estragada e não tinha água quente… Mas eu nem comentei porque são coisas que podem acontecer em qualquer viagem.
      Eu entendo o que você tá falando, porque também já li relatos em que várias pessoas tiveram problemas com a AIESEC, mas a de Praga foi incrível mesmo!

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